Softwares para sistemas educacionais são solução para fraudes


Tecnologia pode garantir êxito na resolução de impasses do sistema educacional, como aplicação de provas em larga escala

 A adoção de um dispositivo inédito de diplomas com certificação digital pela Universidade de São Paulo (USP) sinaliza a tendência de se utilizar tecnologia como ferramenta contra fraudes em sistemas educacionais. A aprovação do diploma digital pelo Conselho Estadual de Educação de São Paulo abre portas para que novas instituições utilizem a tecnologia, com objetivo de evitar a falsificação dos documentos no momento de adesão a processos seletivos. Ao mesmo tempo, problemas com fraudes em provas aplicadas em larga escala e em concursos públicos também parecem ter encontrado uma solução: a tecnologia. Softwares como o Sistema de Gestão de Provas (SGP), desenvolvido para o gerenciamento de todo o processo de produção e aplicação de provas, garante a elaboração de testes individualizados para grande número de pessoas, economia de gastos e impossibilidade de fraudes.  Ele é utilizado por instituições como Fundação Getúlio Vargas e PUC Minas, entre outros.

 O sistema revolucionou os métodos tradicionais de fazer provas e pode beneficiar mais de 18 mil estudantes de ensino médio, graduação e candidatos de concursos públicos. Com o SGP, a elaboração das provas é feita pelos professores dentro da plataforma do próprio sistema, que pode ser realizado de forma online ou offline. Dessa forma, podem ser criados critérios de distinção entre as provas, como alterar a ordem das questões e das alternativas de acordo com os perfis dos alunos. Todas as páginas são identificadas com os dados de cada estudante, o que impossibilita a troca das folhas durante o exame.

 Nos casos de elaboração de provas para concursos ou Enem, o sistema conta com banco de dados que garante provas individualizadas para milhares de alunos, além de criar restrições de acessos às questões a cada professor, evitando que ocorram vazamentos. Isso significa que as provas podem se manter protegidas no sistema até que sejam impressas e entregues ao aluno minutos antes da aplicação. O armazenamento digital também evita atrasos, elimina os riscos de as provas serem extraviadas e servem de documento em casos de questionamentos internos ou jurídicos. De acordo com o CEO da Starline, empresa responsável pelo SGP, Adriano Guimarães, o processo também garante até 35% de economia no processo formal de despesas logísticas das instituições, no que diz respeito à produção das provas, transporte, impressão, logística e organização.

 Como prova da eficácia da tecnologia frente às possibilidades de fraudes no sistema de ensino, a Starline desenvolve, desde o início de 2012, projetos piloto para aplicação do SGP na realização de concursos públicos de grandes instituições em São Paulo.  O produto passa por inúmeros testes de hackeamento com sucesso, o que comprova a segurança da sua aplicação. O diferencial inovador e o caráter competitivo dos produtos também já abrem as primeiras portas da empresa no exterior.

Fonte: www.tinno.com.br


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