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Instalando o Dropbox em um servidor Linux somente com ambiente texto

 

Depois do post de sexta feira sobre o Dropbox achei este aqui que mostra como instalar numa maquina linux com ambiente somente texto. Geralmente são servidores. Mas a dica é muit legal  e segue abaixo.

 

Sei que eu poderia ter feito em mais de um milhão de formas usando rsync, enviando para algum outro lugar e depois sincronizar novamente, mas em todos os casos eu dependeria de uma grande utilização do link de internet.

É aí que entra o Dropbox, que além de ter ter um preço muito acessível (OBS: Existe a versão gratuita), ele ainda já tem todas as ferramentas prontas. Sou usuário do Dropbox (pago) há mais de um ano e conheço muito bem a praticidade do serviço, que apesar do recente problema se segurança causado por um bug de atualização, ele sempre mostrou ser robusto.

Então vamos à configuração:

obs: Aconselho fazer todas as configurações como usuário comum.

Primeiro baixe o cliente para a sua plataforma (32 ou 64 bit):

  • 32 bit;
  • 64 bit;

Descompacte o arquivo em seu diretório home e os mesmos estarão localizados em .dropbox-dist

$ tar zxvf dropbox-lnx.x86_64-1.1.35.tar.gz

Tenha certeza de que a variável LANG esteja configurada. Se não estiver, dará erro. Para verificar, digite o comando abaixo:

$ echo $LANG

Se responder alguma coisa como en_US.UTF-8 (meu Linux está em inglês) é porque está tudo certo. Caso não esteja, defina essa variável em /etc/profile ou ainda no arquivo de profile do seu home.

Agora execute o serviço dropboxd:

$ ~/.dropbox-dist/dropboxd

Aparecerá diversas vezes a seguinte mensagem:

$ ~/.dropbox-dist/dropboxd
This client is not linked to any account...
Please visit https://www.dropbox.com/cli_link?host_id=91b053e66b014539a234326263218c991f&cl=en_US to link this machine.

Como a própria mensagem diz, há necessidade de acessar a URL acima para poder linkar essa máquina em sua conta do Dropbox.

Para isso, basta abrir um navegador em sua estação de trabalho (sim! em sua estação de trabalho mesmo, seja Windows, Linux ou MacOS) e acesse o endereço informado na mensagem anterior, neste caso,

https://www.dropbox.com/cli_link?host_id=91b053e66b014539a234326263218c991f&cl=en_US

Entre com o seu login e senha do Dropbox e a mensagem abaixo aparecerá em sua tela solicitando novamente a sua senha para poder linkar o seu equipamento.

image

Depois de digitar a senha, volte para o console do servidor Linux e repare a mensagem de que foi linkado com sucesso.

Client successfully linked, Welcome fulano!

Para conferir, basta acessar novamente a sua conta do Dropbox via interface web, clicar em Account e em seguida My Computers.

image

Perceba que o seu console ficou travado na mensagem de boas vindas. Isso é porque o cliente está sendo executado em primeiro plano. Para executar em segundo plano, basta adicionar um & (e comercial) no final do comando, conforme o exemplo abaixo:

$ ~/.dropbox-dist/dropboxd &

Desta forma resolve parcialmente o seu problema, sendo que o mais interessante seria executar este cliente como serviço automaticamente quando o computador for reiniciado. Para isso, copie esse exemplo de script para iniciar o Dropbox e como usuário root, grave no diretório /etc/init.d com o nome de dropbox.

Altere a variável DROPBOX_USERS colocando os nomes dos usuários que poderão utilizar o Dropbox neste servidor. No meu caso, deixei apenas o meu username.

DROPBOX_USERS=”roger”

Dê permissão de executável para o script:

# chmod +x /etc/init.d/dropbox

Configure o script para iniciar automaticamente quando o servidor for ligado:

# update-rc.d dropbox defaults

Teste o script iniciando o serviço:

# /etc/init.d/dropbox start

Usando o comando ps, verifique se o processo do serviço está no ar.

# ps ax
7908 ?        Sl     0:00 /home/roger/.dropbox-dist/dropbox

Veja que dentro do seu home foi criado um diretório chamado Dropbox. É neste diretório que você deverá colocar todos os seus arquivos que deverão ser sincronizado com o servidor do Dropbox e os outros computadores que estiverem linkados com a sua conta.

Fonte: http://lovato.com.br/

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Sincronize seus arquivos com o Dropbox.

O Dropbox, que é gratuito, cria uma pasta virtual no seu computador e mantém sempre em sincronia seus arquivos. Ou seja, supondo que você esta trabalhando em seu PC em casa mas precisa sair.  Ao invés de copiar os arquivos em um pen drive para utiliza-los no seu NOTE simplesmente coloque os arquivos na pasta do Dropbox. Assim, quando você ligar o seu note, poderá trabalhar com os arquivos atualizados e quando voltar a trabalhar no PC a mesma coisa.

Isso acontece porque quando você usa a pasta virtual do Dropbox ele faz a cópia desses arquivos para sua conta que pode ser criada clicando AQUI. Os arquivos ficam na “nuvem” podendo ser acessados de qualquer lugar.

Ele tem também versão para Smartphones e diferentes sistemas operacionais.

Acompanhe o vídeo exemplo abaixo:

Davi Sabino Barros

*Todo conteúdo pode e deve ser copiado, desde que mantidos o autor e o endereço original.

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Entenda os arquivos .DLL do Windows

Uma recente onda de ataques trouxe atenção aos arquivos DLL do Windows. Estes arquivos podem ser enigmáticos para muita gente, afinal, ao contrário de arquivos como DOC ou JPG, DLLs não estão geralmente associados a nenhum programa e não podem ser vistos e editados. Ainda assim, quem usa o Windows já se deparou mais de uma vez com eles: mensagens como “kernel32.dll não está respondendo” ou “um arquivo .dll necessário não foi encontrado” evidenciam a sua onipresença.

E onipresença não é nenhum exagero: o Windows é composto por centenas desses arquivos, e sem eles, o sistema não funciona. DLLs são vitais para praticamente tudo: são eles os responsáveis por exibir as janelas dos programas, conectar o computador à internet, salvar e carregar arquivos… todos os aplicativos que rodam no Windows dependem deles para realizar as suas tarefas, de uma maneira ou de outra.

E para entender como eles fazem todo esse trabalho, podemos traçar um paralelo com uma fábrica. Nesta fábrica chamada Windows, as DLLs seriam os oompa-loompas – lembra-se dos assistente do Willy Wonka?

Para isso, digamos que você abre um aplicativo – o Word, por exemplo. Um programa como este seria uma seção da fábrica, no caso, a responsável por gerar documentos. Os funcionários do “setor de Word” são altamente especializados: eles geram as páginas, formatam as fontes, corrigem o texto e tudo mais que Willy Wonka gosta em seus documentos.

Mas como muitos engenheiros, o Word não sabe fazer tarefas simples: por exemplo, ir buscar um arquivo no disco-rígido do computador. Neste caso, ele precisa pedir como uma criança mimada, para um empregado fazer isso. É aí que entra o arquivo DLL, que faz todo o trabalho sujo: a mando do aplicativo, ele abre a janela onde você seleciona o arquivo (já reparou como essas janelas são quase sempre iguais? Pois é porque se trata do mesmo oompa-loompa.), pega o documento que você indicar e entrega, de mão beijada, para quem pediu – no caso, o Word.

Esta, e muitas outras janelas familiares no Windows, estão dentro do arquivo Comdlg32.dll. Mas não são só janelas que estão em DLLs: os programas também usam destes serviços para criar sons, se conectar à internet, salvar arquivos… praticamente tudo que o computador pode fazer é realizado por um DLL para os aplicativos.

E um olhar minucioso mostra que a presença destes arquivos vai além. Ao se despir um programa como o Word descobrimos que ele também tem uma coleção de suas próprias DLLs. Muitas vezes, o arquivo executável (.EXE) faz pouco além de convocar as DLLs que efetivamente fazem todo o trabalho – quem não conhece um chefe assim?

Dlls-de-renome

O próprio Windows é, em grande parte, uma coleção destes arquivos. Até porque a principal função de um sistema operacional é servir de base para que aplicações possam funcionar sem se preocupar com detalhes – exatamente da mesma maneira que Willy Wonka quer que o chocolate seja inspecionado sem ter que remar ele mesmo, os programadores querem que o trabalho sujo seja feito sem ele mesmo lidar com detalhes do sistema.

Assim, estes arquivos ajudam a formar a base do sistema, permitindo que os aplicativos façam seu serviço especializado sem se preocupar com detalhes das tarefas rotineiras. Ah, e a origem do nome DLL? É abreviatura de “Dynamic-link library”, ou “biblioteca de ligação dinâmica”, uma expressão que remete à maneira como esses arquivos são vinculados ao aplicativo que lhes dará as ordens. Coisa de gerente, digo, programador.

O ataque da injeção de DLL

Em agosto de 2010, a Microsoft divulgou alerta quanto a uma nova forma de vírus, que se esconde na forma de DLLs. Este ataque é curioso, pois o usuário não precisa abrir o arquivo propriamente infectado – basta abrir outro arquivo, na mesma pasta, para ser infectado.

Isto não é uma falha do Windows, mas sim de alguns programas que empregam DLLs em suas tarefas. Acontece que ao tentar abrir o arquivo, o programa pode procurar DLLs para ajudar na tarefa. Mas se ao convocar o ajudante o programa não verifica se está chamando no lugar certo um DLL “pirata” pode se passar pelo original e com isso conseguir acesso ao computador. Normalmente o DLL fica na mesma pasta do arquivo inocente, pois muitos programas procuram ali primeiro.

Na internet, uma maneira comum de ser atacado é com serviços de WebDAV e SMB, que permitem o acesso de pastas na internet como se fossem do computador. Pendrives também podem provocar a infecção, mesmo que os arquivos dentro dele estejam abrindo normalmente, e o vírus nunca seja tocado pelo usuário. De novo, basta abrir um arquivo na mesma pasta.

A correção do bug depende de cada programador, que deve alterar seu programa para evitar a confusão. Para amenizar a situação, a Microsoft liberou alguns programas que evitam o comportamento inadequado do software. Mas estas soluções, por interferir no funcionamento de outros aplicativos, são complexas e devem ser usadas somente por administradores de rede experientes.

Fonte: Geek.com.br

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Transfira fotos do iPhone para o computador via Wi-Fi

Quem está acostumado a tirar fotos com o iPhone, iPod touch ou iPad 2 sabe como pode ser um desestímulo passar as imagens para o computador. Plugar o dispositivo ao Mac ou Windows, esperar que a imagem apareça na tela e sincronizar as fotos não é uma das tarefas mais agradáveis. Mas há um aplicativo para facilitar a nossa vida.

E melhor ainda quando ele é gratuito. O Wi-Fi Photo Transfer tem um jeito muito fácil de fazer este trabalho chato.

Conecte-se à rede Wi-Fi, abra o aplicativo, copie o endereço que aparecerá na tela no navegador do seu computador (que precisa estar conectado à mesma rede do iPhone) e pronto! É só baixar as imagens – individualmente ou todas em um arquivo zipado. Simples e prático de usar.

Mas atenção: o Business Insider avisa que, ao baixar vídeos ou captura de telas tiradas/filmadas com o dispositivo iOS, o aplicativo os marca como JPG e você terá uma mensagem de erro ao tentar abri-los no Photoshop, por exemplo. Portanto, assim que baixar estes arquivos, mude a extensão .JPG para .PNG ou .MOV (no caso de vídeos).

Fonte: www.geek.com.br

 

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