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Hotmail deixará de existir!

A Microsoft vai trocar o já antigo Hotmail.com pelo Outlook.com. Serviço que já está funcionando e traz uma interface no estilo metro, assim como o Windows 8.  Para migrar sua conta para seu_nome@outlook.com é só acessar o endereço outlook.com com suas credenciais msn, Hotmail ou live. Caso não tenha uma conta é só criar um perfil novo. Mais informações no site http://windows.microsoft.com/pt-BR/windows/outlook/home.


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MS manda vídeo de parabéns pelos 20 anos do linux.

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Lançamento do MDOP 2011: App-V 4.6 SP1 e MED-V 2.0

Foi lançado no dia 10/Março o MDOP 2011.

Composto atualmente por seis tecnologias (a sétima, MBAM, com Beta disponível em http://bit.ly/w7mbam) o Microsoft Desktop Optimization Pack (MDOP) auxilia na otimização da infraestrutura de desktops, seja Windows XP, Windows Vista ou Windows 7.

Se você gerencia infraestrutura de Desktops mas ainda não conhece o MDOP eu recomendo o artigo http://bit.ly/w7mdop.

As duas novidades da versão 2011 dizem respeito ao App-V e MED-V, descritas abaixo:

 


imageApplication Virtualization (App-V) 4.6 SP1

A grande novidade é novo Sequencer, responsável pelo processo de sequenciamento/empacotamento das aplicações:

  • Exibe alertas sobre potenciais problemas durante o sequenciamento. Exemplos: Avisa se algum serviço de impacto está ativo (figura a seguir), além de indicar se durante a instalação do pacote existe a instalação de algum driver de acesso a dispositivo (ex.: MS NetMon).
  • O assistente de sequenciamento foi reformulado.
  • Suporta “App-V Package Accelerators”, que são configurações pré-definidas pelo fabricante do software ou pela comunidade técnica que simplificam o processo de sequenciamento, pulando a etapa manual de instalação monitorada.Simplesmente você indica onde está o pacote de instalação, indica onde está o respectivo Package Accelerator, e o Sequencer gera o pacote no formato App-V (Project 2010, Acrobat Reader e Office 2010 estao disponiveis – link abaixo)
  • Suporta empacotamento do .Net Framework 4.0

Além disso houve melhoria no suporte ao cache compartilhado (já disponível na versão 4.6), muito útil em RDS (terminal server) e VDI para reduzir o consumo de disco.

App-V 4.6 SP1 Trial Guide: http://bit.ly/appv46tg

App-V 4.6 SP1 Sequencing Guide: http://bit.ly/appv46sg

Vídeos sobre App-V 4.6 SP1: http://technet.microsoft.com/en-us/windows/ff383366.aspx#APP-V

App-V Package Accelerators (Acrobat Reader e Microsoft Project 2010): http://www.microsoft.com/downloads/en/details.aspx?FamilyID=9471c2ae-cb03-42c4-9976-72f24937a800

App-V Package Accelerator Microsoft Office Professional Plus 2010 -Windows 7: http://gallery.technet.microsoft.com/App-V-Package-Accelerator-62415d39

App-V 4.6 SP1 (upgrade): http://www.microsoft.com/downloads/en/details.aspx?FamilyID=3b48dbfe-612d-4806-b737-9254bd9b2445

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imageMicrosoft Enterprise Desktop Virtualization (MED-V) 2.0

A versão 2.0 do MED-V é bem diferente da versão 1.0, mas com um mesmo propósito: facilitar no Windows 7 o acesso a um ambiente de aplicações antigas que dependem de um Sistema Operacional anterior (nesse caso, Windows XP).

Lembre-se: MED-V não é o VDI da Microsoft! Se você se interessa em VDI leia o artigo http://bit.ly/vdims.

Do lado da estação cliente a grande mudança foi a substituição do Virtual PC 2007 pelo Windows Virtual PC (o mesmo usado pelo XP Mode), com melhor integração com o Windows 7 como a redireção de dispositivos USB e suporte a smartcard.

O MED-V estende as possibilidades do XP Mode com recursos como:

  • Redireção automática de sites: Você (time de TI) define quais sites devem ser carregados no Internet Explorer 6 (do XP virtual). Com isso o usuário final não precisa decidir qual browser deve abrir. Simplesmente o usuário tenta acessar determinado site e a redireção o carrega no browser mais adequado: mantém no IE8/IE9 (Windows 7 “físico”) ou encaminha ao IE6 (XP virtual).
  • Melhor redireção de recursos como impressoras de rede e pastas de documentos.
  • Melhor integração na publicação dos aplicativos do XP Virtual no Menu Iniciar do Windows 7.
  • Facilita o empacotamento (formato .MSI) e distribuição do XP virtual em ambiente corporativo.

No caso da infraestrutura a grande mudança foi a remoção do papel do MED-V server.

Pergunta: Como então podemos gerenciar o MED-V 2.0 de maneira centralizada?

Resposta: Usando a sua atual infraestrutura de distribuição de software (ex.: System Center Configuration Manager – SCCM) e Active Directory (GPOs / Group Policy Preferences).

MED-V 2.0 Trial Guide: http://bit.ly/medv2tg

Vídeos sobre MED-V 2.0: http://technet.microsoft.com/en-us/windows/ff383366.aspx#MED-V

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Fonte: http://marcelomatias.wordpress.com

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Vem ai… Windows 8!

É apenas o começo. Mas dá pra ter uma ideia de como vai ficar.

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Entenda os arquivos .DLL do Windows

Uma recente onda de ataques trouxe atenção aos arquivos DLL do Windows. Estes arquivos podem ser enigmáticos para muita gente, afinal, ao contrário de arquivos como DOC ou JPG, DLLs não estão geralmente associados a nenhum programa e não podem ser vistos e editados. Ainda assim, quem usa o Windows já se deparou mais de uma vez com eles: mensagens como “kernel32.dll não está respondendo” ou “um arquivo .dll necessário não foi encontrado” evidenciam a sua onipresença.

E onipresença não é nenhum exagero: o Windows é composto por centenas desses arquivos, e sem eles, o sistema não funciona. DLLs são vitais para praticamente tudo: são eles os responsáveis por exibir as janelas dos programas, conectar o computador à internet, salvar e carregar arquivos… todos os aplicativos que rodam no Windows dependem deles para realizar as suas tarefas, de uma maneira ou de outra.

E para entender como eles fazem todo esse trabalho, podemos traçar um paralelo com uma fábrica. Nesta fábrica chamada Windows, as DLLs seriam os oompa-loompas – lembra-se dos assistente do Willy Wonka?

Para isso, digamos que você abre um aplicativo – o Word, por exemplo. Um programa como este seria uma seção da fábrica, no caso, a responsável por gerar documentos. Os funcionários do “setor de Word” são altamente especializados: eles geram as páginas, formatam as fontes, corrigem o texto e tudo mais que Willy Wonka gosta em seus documentos.

Mas como muitos engenheiros, o Word não sabe fazer tarefas simples: por exemplo, ir buscar um arquivo no disco-rígido do computador. Neste caso, ele precisa pedir como uma criança mimada, para um empregado fazer isso. É aí que entra o arquivo DLL, que faz todo o trabalho sujo: a mando do aplicativo, ele abre a janela onde você seleciona o arquivo (já reparou como essas janelas são quase sempre iguais? Pois é porque se trata do mesmo oompa-loompa.), pega o documento que você indicar e entrega, de mão beijada, para quem pediu – no caso, o Word.

Esta, e muitas outras janelas familiares no Windows, estão dentro do arquivo Comdlg32.dll. Mas não são só janelas que estão em DLLs: os programas também usam destes serviços para criar sons, se conectar à internet, salvar arquivos… praticamente tudo que o computador pode fazer é realizado por um DLL para os aplicativos.

E um olhar minucioso mostra que a presença destes arquivos vai além. Ao se despir um programa como o Word descobrimos que ele também tem uma coleção de suas próprias DLLs. Muitas vezes, o arquivo executável (.EXE) faz pouco além de convocar as DLLs que efetivamente fazem todo o trabalho – quem não conhece um chefe assim?

Dlls-de-renome

O próprio Windows é, em grande parte, uma coleção destes arquivos. Até porque a principal função de um sistema operacional é servir de base para que aplicações possam funcionar sem se preocupar com detalhes – exatamente da mesma maneira que Willy Wonka quer que o chocolate seja inspecionado sem ter que remar ele mesmo, os programadores querem que o trabalho sujo seja feito sem ele mesmo lidar com detalhes do sistema.

Assim, estes arquivos ajudam a formar a base do sistema, permitindo que os aplicativos façam seu serviço especializado sem se preocupar com detalhes das tarefas rotineiras. Ah, e a origem do nome DLL? É abreviatura de “Dynamic-link library”, ou “biblioteca de ligação dinâmica”, uma expressão que remete à maneira como esses arquivos são vinculados ao aplicativo que lhes dará as ordens. Coisa de gerente, digo, programador.

O ataque da injeção de DLL

Em agosto de 2010, a Microsoft divulgou alerta quanto a uma nova forma de vírus, que se esconde na forma de DLLs. Este ataque é curioso, pois o usuário não precisa abrir o arquivo propriamente infectado – basta abrir outro arquivo, na mesma pasta, para ser infectado.

Isto não é uma falha do Windows, mas sim de alguns programas que empregam DLLs em suas tarefas. Acontece que ao tentar abrir o arquivo, o programa pode procurar DLLs para ajudar na tarefa. Mas se ao convocar o ajudante o programa não verifica se está chamando no lugar certo um DLL “pirata” pode se passar pelo original e com isso conseguir acesso ao computador. Normalmente o DLL fica na mesma pasta do arquivo inocente, pois muitos programas procuram ali primeiro.

Na internet, uma maneira comum de ser atacado é com serviços de WebDAV e SMB, que permitem o acesso de pastas na internet como se fossem do computador. Pendrives também podem provocar a infecção, mesmo que os arquivos dentro dele estejam abrindo normalmente, e o vírus nunca seja tocado pelo usuário. De novo, basta abrir um arquivo na mesma pasta.

A correção do bug depende de cada programador, que deve alterar seu programa para evitar a confusão. Para amenizar a situação, a Microsoft liberou alguns programas que evitam o comportamento inadequado do software. Mas estas soluções, por interferir no funcionamento de outros aplicativos, são complexas e devem ser usadas somente por administradores de rede experientes.

Fonte: Geek.com.br

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